Infocampus

19jun09

Os responsáveis pelo blogue Infocampus apareceram na minha sala para uma conversa sobre as eleições. Foi a queima-roupa, sem muito tempo para pensar. Mas acho que ficou bom. Leia aqui. Agora é só esperar as pedradas.

Anúncios


10 Responses to “Infocampus”

  1. 1 Ana

    Comentário nada a ver com post, ok?

    Tava olhando umas fotos de chapéus quando este, do sorvete, me chamou a atenção.
    Olhando melhor achei igual a Marta, de como me lembro dela, lá em Lavras.
    Dá uma olhadinha!

    Link:

    🙂

  2. Um comentário “a ver” com o post (desculpa a brincadeira, Ana, mas ela foi irresistível): professor, li a entrevista. E gostei. Embora tenha uma discordância sobre a forma de escolha sugerida lá. A história de reunir presidentes de DAs e outros grandões não me pareceu a melhor. Mas nada que não possa ser resolvido. Inclusive porque, se entendi bem, é apenas para começar a discussão. Ah, mas (correndo o risco de ter o pescoço torcido, porque escalpelado é impossível) o peso maior para os professores faz sentido.

  3. 3 Bruno Mendonça

    Li o post, professor. Embora concorde com muito do que diz, tendo a não concordar com o seu argumento contra a paridade pela seguinte razão: ele faria sentido caso a diferença entre professores e alunos fosse apenas em termos de responsabilidade para com a universidade, mas as coisas não são assim. Os interesses do corpo dicente e docente são em um certo sentido incomparáveis, o que implica não poderem ser submetidos a uma única voz. Por exemplo, é verdade que os professores têm apego pela instituição. Mas os alunos não têm? Afinal, nós não estamos nos formando aqui, o que implica que queiramos a melhor condição de formação nesse momento? Aí se ilustra a diferença: os professores esperam melhorias (isso quando não esperam apenas manutenção da situação, que é um caso a se considerar) que podem vir a médio e longo prazo. Os alunos, diante da realidade, esperam mudanças, ainda que pequenas, a curto prazo (o tempo que usufruem da instituição). Observo que não defendo o modelo atual de escolha, mas sim um modelo onde as partes interessadas sejam, apesar da incomparabilidade entre interesses, igualmente consideradas.

    Abraço, Bruno.

  4. 4 Gisele

    Eu disse que não comprava mais a Folha, mas hoje o fiz: creio que esse debate em torno dos modelos de escolha de reitores pode ser incrementado com a leitura da edição de hoje. (Janine Ribeiro tem idéias que parecem coadunar com as de Ronai em alguns pontos).

  5. ronái.
    como você bem sabe nenhuma universidade respeitada como tal ao sul do polo norte escolhe seus dirigentes com voto paritário de alunos, funcionários e professores.
    talvez com a vontade de achincalhar ainda mais o que se entende por universidade o formato de escolha utilizado na última semana pela ufesm chamou a atenção por ser tão anacrônico, tão inverossímel, tão absurdo, que apenas quem nunca viveu em uma universidade de verdade é capaz de acreditar que se fez história, se foi democrático, se atuou com correção, fez-se alguma coisa digna de memória enfim.
    a meu juízo o que aconteceu na ufesm nos últimos dois meses é apenas uma amostra do que virá por diante: exercícios patéticos de utilizar instituições de ensino superior como celeiro de massas de manobra para as manipulações mais torpes, para as distorções mais mesquinhas, para os propósitos mais canalhas.
    pobre ufesm e seus pseudo eleitores: que adoráveis criaturas estão ali, como é belo o gênero humano, ó admirável ufesm nova que possui gente assim.
    boa semana para ti ronái.

  6. 6 ronairocha

    Advertido pela Gisele, fui ler o Renato. Acho que a Folha chega cada vez menos a Santa Maria, vou voltar ao tema dele.

  7. 7 poucocaso

    Agora, depois que a poeira baixou, andei lendo seus posts e sua entrevista sobre a forma de escolha da reitoria. Mesmo desconhecendo-as, defendi uma postura semelhante em uma entrevista informal que uma aluna do jornalismo fez pelos corredores e DA’s no dia da consulta. Ainda me sobra uma pergunta e gostaria, mesmo que tardiamente procure responder: Será que a consulta aos estudantes não permite manter um precedente para o caso hipotético de mudança na situação democrática brasileira? Claro, mesmo o mantimento desse precedente não exclui a necessidade de determinação clara (legais inclusive) das formas de consulta.
    Gilson Olegario.

  8. 8 poucocaso

    faltou uma vírgula e desculpe pelo “poucocaso”, é o nome de um blog antigo.

  9. 9 ronairocha

    Caro Bruno, vou voltar a esse tema dos interesses dos professores e alunos em outro momento. Por ora acho o seguinte: o teu argumento aponta os pontos de interesses diferentes. Mas o simples fato de se falar em professor e aluno nos obriga a pensar os interesses convergentes (são conceitos relacionais). Assim, uma posição final deveria balancear os dois tipos de interesses, não? Grande abraço.

  10. 10 ronairocha

    Caro Gilson, não me assusta assim!!! Tenho problemas de pressão alta, e esse tema da “mudança na situação democrática”…
    Acho que a participação dos estudantes (e não consulta…) é fundamental; isso está, para mim, fora de discussão; o ponto é quanto e quando e como. Toda vez que a voz é suprimida, como sabe quem estuda sociologia, algo vem em seu lugar; a perda da lealdade institucional ou alguma forma de saída.


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: