Os casamentos da Ufesm (1)

16abr10

Parece que hoje tivemos o início das festas do cinquentenário da Ufesm. Estou dentro, quero festejar a efeméride. Mas cada um de nós vai fazer a festa que imagina adequada para a natureza da instituição. Assim, entre outras, uma boa homenagem que podemos prestar à Ufesm, nos seus cinquenta anos, me parece ser de tipo acadêmico, no bom sentido: entre confetes e víboras, a reflexão. Quem me dera, me apresso a dizer, ter condições para isso, logo eu, o mais menor e fracassado dos anões. Em todo o caso, dando início à essas homenagens cinquentenárias, o sítio da Ufesm deixou hoje uma bola picando na pequena área. A manchete da página www da casa foi essa: “UFSM dá início às comemorações das Bodas de Ouro da Instituição”.
Essa não dá para deixar passar batido, como se diz. A gente perde os amigos mas não perde a piada:
E só agora nos contam que a cuja era casada?

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2 Responses to “Os casamentos da Ufesm (1)”

  1. 1 Dani

    Olá Ronai, mt boa a piada, desse jeito vale a pena perder o amigo… (risos…)
    Sabe como encontrei o blog (q era obrigação saber da existência)? Lendo sobre noética no Wikipedia (que a Marta não saiba que eu estava pesquisando por lá…). Enfim, estou lendo Dan Brown e o assunto me interessou muito, tudo a ver com as aulas de história da psicologia, filosofos e tudo mais…
    Eis a referência que pensei ser tua: Da Rocha, Ronai Pires. Espaço da Filosofia no Currículo Escolar. Página pessoal do professor de filosofia da Universidade Federal de Santa Maria. Estou certa??
    Saudades de vcs sempre, abração!
    Ah! O inverno chegando, só imagino o festival de vinhos por ai…. (risos…)

  2. Ronai :
    Convivemos anos e sabes que, além de ser um tanto (p)bizarro, virei um tipo maldito no oficialismo. “Metamorfose ambulante” no conceito do Raul Seixas, virei um tipo maldito, satanizado na cidade…90 % por causa do preconceito da cidade (que nunca aprendeu a conviver com as diferenças) e 10 % por causa das cagadas que cometi (e das quais já fiz confissão pública, fui julgado, crucificado e ressucitei, para desânimo e desencanto dos meus desafetos).
    Houve uma época que a UFSM presenteava e homenageava numa janta os funcionários e professores que completavam 10, 20, 30 anos de serviço com folha imaculada, sem faltas e advertências. Quando completei 20 anos de serviço fui o único que “esqueceram” de convidar para receber a tal medalhinha de latão, que se compra ali no camelódromo por 1,99 a dúzia. Escrevi – por oficio protocolado – que estranhava o esquecimento e que poderia ter levado meu lanche de casa na jantinha oferecida se tinham medo da minha gula de obeso e do gasto gastronômico afetaria os cofres da instituição.
    Na semana seguinte, ao entrar na minha sala na Rádio Universidade, encontrei por baixo da porta um envelope contendo a medalhinha de latão com uma espécie de alfinete…esses troços que se enfiam na lapela do casaco. E nada por escrito.
    Como nunca usei casaco, sou um homem sem lapelas. Chegando em casa, enfiei a medalha na casa da Helga, minha cadela coocker-spaniel. Porque achei que o carinho e a dedicação que ela me dava merecia um agradecimento. E afinal, numa cidade com seis universidades, ela não era uma cadela comum. Era uma cadela universitária e, agora, possuidora de um”merdalhão”…rssss
    Um abraço !

    James Bond+


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