Os indignados e a greve da UFSM

18maio12

Meu colega de Departamento, Prof. Rogério Severo, publicou hoje no Diário, um pequeno texto no qual se posiciona contra a oportunidade de greve, com base no argumento que, na atual conjuntura, os salários dos professores não estão mal na fotografia. O texto dele é expedito e me pareceu adequado ao espaço e ao tema. Não é difícil de antecipar a reação sindical: a proposta da greve atual não se prende aos salários e sim a coisas como plano de carreira e o descaso das propostas de reajuste do governo, etc.
Eu não usaria exatamente os mesmos argumentos do meu colega, mas chegaria na mesma conclusão.
Um antigo estrategista distinguia entre “condições objetivas” e “condições subjetivas” de movimentos sindicais, de protesto, de greves, etc. Os sentimentos institucionais de um sindicato diante de si mesmo e dos resultados que obteve, comparado com os resultados que pretendeu, fazem parte daquilo que o tal pensador consideraria “condicões subjetivas”. “Indignação”, por exemplo, é um sentimento que eu teria, como grego, diante da interferência da Dona Ângela nos rumos do meu país.
Parar totalmente a Ufesm aqui no clima de Zilbra Novo?
Vou limpar o pó do meu Wladimir para o caso de.

Anúncios


No Responses Yet to “Os indignados e a greve da UFSM”

  1. Deixe um comentário

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: