A engrenagem da breve, aqui e em Poa

25jun12

Foi preciso esperar mais de três semanas para que um dos jornais locais fizesse mais do que reproduzir as declamações do Sindicato. A manchete do Diário de hoje foi “Greve não engrena entre professores”. Essa foi, se não estou enganado, a primeira matéria de investigação desde o início da breve na Ufesm. O jornal descobriu que a adesão é fraca, ronda os vinte e quatro por cento de professores. O jornal manifesta um otimismo tímido, dizendo que a adesão ainda “pode mudar”. Bem, considerando que as aulas estão terminando (estamos agora na décima-sexta semana de aulas), é certo que a adesão às férias tende a aumentar; muitos professores estão encerrando normalmente o semestre nesta semana.
Na Zero agá de hoje há um “a pedido” da Adufrgs (Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior POA) que informa que em um plebiscito realizado por ela, com a participação de 1.138 professores, 80 por cento deles optaram por aguardar o final das negociações. Os vinte por cento votaram pela “paralisação das atividades docentes” (a expressão é da nota). Esse método de decisão, pelo que parece, é totalmente execrado pelo Desandes local.
Aqui, ou é no anoitecer da assembléia ou nada. Esse negócio de voto, urna, e internet é coisa do neoliberalismo.
Dá o que dá, essa tristeza.

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