Os sonhos (II)

22abr13

foto Os sonhos de Rio Pardo tem uma longa tradição. Vieram dos Açores, da Madeira, do além -mar. Desceram o Jacuí em barcos e ali foram ficando, em linhagens. São ocos, ao menos ocados, queijos-suíços de ovos, farinha e açucar; depois da traíra, subimos a rua mais antiga de Rio Pardo ao encontro das senhoras dos sonhos; e lá estava uma das linhagens de culinária familiar, sustentada por Pasqual e Maria Emília, que honram a tradição rio-pardense com plantão de sonhos aos domingos depois do meio-dia. Em duas caixas de plástico, ainda quentinhos da fritura e do bom sol de abril, eles esperam, dois reais cada um. Nos fartamos de sonhos e depois fomos conhecer a casa onde Pedro, o Imperador, descansou em seu périplo sulino contra os perigosos paraguaios. (Segue)

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