Claudemir e as “eleições para reitor”

19maio13

Claudemir Pereira é um jornalista que conhece bem Santa Maria e a Universidade. Estudou Direito, Jornalismo, foi bolsista na Coordenação do Curso de Filosofia, nos idos de 80 e de lá para cá acompanha a vida da instituição. Em seu sítio de notícias, neste final de semana, ele abordou um tema bastante sensível para os eleitores da Ufesm, que intitulou “As digitais dos partidos na eleição para reitor e vice da UFSM. Quem apoia quem, afinal?” O texto dele é esse:
É evidente que os partidos não vão se manifestar publicamente. Exceto, talvez, os da esquerda-esquerda. Mas filiados ilustres se envolvem, sim, na campanha para reitor da UFSM.
É possível identificar, por exemplo, apoio de pedetistas a um histórico militante da sigla, Paulo Burmann, como também a Eduardo Rizzatti. Os petistas se dividem. A maior parte está com Felipe Muller, mas se percebem também apoiadores Burmann, que conta com adesões no PC do B.
Quem não esconde nada e levanta bandeira são PSOL e PSTU. Seus militantes (que até nem são tantos, mas sobram em saliência) estão todos com Burmann.
Ah, PP e PMDB estão encolhidos. Por enquanto.

A postagem do Claudemir me causou uma dolorosa nostalgia. Ela me fez lembrar a longa espera pela nomeação do Professor Benetti; depois de escolhido pela comunidade e referendado pelos Conselhos Superiores, o Prof. Benetti amargou uma espera de vários meses pela nomeação, que saiu praticamente nas vésperas da posse. Aos poucos ficamos sabendo que uma das razões da demora era a pressão de nomes da política local. Eles haviam “descoberto” que a universidade tinha centenas de “Cecês”, os cargos em comissão, que, em tese, são de livre nomeação do dirigente. E queriam colocar suas digitais em operação, indicando alguns nomes e cargos. Mal sabiam os tais políticos que as “cecês” da Ufesm somente podem ser preeenchidas por servidores da carreira da própria Ufesm. Eles imaginavam que poderiam infiltrar nomes de fora.
Hoje, as digitais dos partidos, como diz Claudemir, limitam-se a levantar bandeiras; algumas, como essas que o Claudemir mencionou.
Em algumas circunstâncias, como vimos no ano passado, isso não é pouco.

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One Response to “Claudemir e as “eleições para reitor””

  1. 1 marcia rocha

    Uma pena que essa pratica de “cecês ” da UFSM, ser ocupada só por servidores do quadro, não ser regra em todas as outras esferas, no caso de outras são exceção. Bom para UFSM e a comunidade universitaria. E já deixando meu comentario, vou ficar bem feliz se o atual reitor Felipe voltar a dar aulas destesto o seu vestibular espraiado.(unico)


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